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  • webmaster 14:37 on 6 de September de 2013 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    PREPARANDO O ENCONTRO 

    PARA REFLEXÃO

    O ressentimento mata a alma e o corpo

     
    ‘Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso. Não vos arvoreis em juizes, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; absolvei, e sereis absolvidos, dai e vos será dado. É uma boa medida, socada, sacudida, transbordante, que derramarão nas dobras da vossa veste, pois a medida de que vos servis, servirá também de medida para vós‘ (Lc 6, 36-38).

    Se perdoamos, seremos perdoados; se condenamos, seremos condenados; se julgamos, seremos julgados.
    Quando não perdoamos, fechamos o coração, e acabamos nos fechando a tudo: nos fechamos ao amor e ao perdão.

    Tanto quanto Deus é amor, é também perdão. Deus quer sempre perdoar. Se não conseguimos enxergar isto, é porque estamos com o coração fechado.
    Quando você não perdoa, está se asfixiando. Não se trata de ter direito de não perdoar, porque foi a pessoa que errou. O direito que você tem é o de viver, não o de morrer.

    O ressentimento mata! Mata a alma e o corpo.
    Na medida em que acumulamos ressentimento e decepção, vamos perdendo a alegria. No começo parece gostoso cultivar aquele sentimento de autopiedade, porque fomos ofendidos. Mas depois, vamos nos envenenando. Poderemos chegar à morte. Repito: chegar à morte da alma do corpo. E quantos morrem assim

     
  • webmaster 10:57 on 27 de August de 2013 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    MESA, LUGAR SAGRADO (ENCONTRO DA FAMÍLIA TATTO 02/2014) 

    Parentes queridos

    Uma das lembranças que sempre me vem à mente, é uma mesa muito grande num salão da casa grande do Pardo. Na ponta o nono, João Tatto e rodeado de muita gente, umas vinte pessoas, familiares, empregados, amigos. Porque ficou marcada esta imagem em mim? Certamente pelo mesmo motivo que, com certeza,  marca a cada um de vocês, a paz, harmonia, o encanto que envolve quem está à mesa. A cada domingo, sempre que posso, vivo esta experiência com meus filhos ou com minha família ampliada, como aconteceu neste final de semana na casa da Yolanda e do Enio.

    Por isso estou anexando uma reflexão, que vale apena ler com calma, meditar e pensar nas nossas mesas.

    Falando em mesa, como será a nossa em fevereiro do próximo ano? É ao redor de mesas que queremos nos encontrar em Nova Pádua no nosso encontro de família. Vai preparando a trouxa, o coração e a mente, pois será inesquecível.

    Antoninho Tatto

    MESA: tão simples e tão provocativa

    “Quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos”.  (Lc 14,14)

     

    Uma das chaves de compreensão da pessoa de Jesus é a relação d’Ele com a “mesa da refeição”.

    Em todos os encontros de Jesus com os excluídos do Reino, Ele sempre os incluiu em suas refeições.

    Essa foi a sua atitude que mais causou espanto e escândalo: a partilha nas mesas com pobres e pecado-res. Para Jesus, a mesa é para ser compartilhada com todos; a partilha do pão com publicanos e pecadores fazia parte das práticas transgressoras de Jesus.

    Comendo e bebendo com todos os excluídos, Jesus estava transgredindo e desafiando as formalidades do comportamento social e das regras que estabeleciam a desigualdade, a divisão, a separação…

    Jesus revelava uma grande liberdade ao transitar por diferentes mesas; mesas escandalosas que o fazi-

    a próximo dos pecadores, pobres e excluídos. Ele não só transitou por tantas mesas, mas instituiu a grande mesa para a festa, a intimidade, a memória: a “mesa da Ceia Pascal”.

     

    A partir do compromisso de Jesus com a “mesa da vida”, nossa refeição à mesa nunca mais foi a mesma, pois Ele elevou  e plenificou de sentido da mesa-refeição.

    A humanidade descobriu junto à mesa o melhor jeito de se encontrar para celebrar a vida, reconstruir relações mais saudáveis, romper as distâncias e superar as desigualdades.

    Em muitas culturas, a mesa da refeição é, ainda, o lugar mais importante da casa.

    Para a “mesa da refeição” convergem todos os encontros; ela é o centro para onde se voltam mentes e corações e não apenas estômagos vazios; ela se torna o grande palco da vida e  nesse palco todas as histórias pessoais e coletivas são recontadas, revividas e revitalizadas, dando sentido à vida cotidiana.

    Em cada encontro uma surpresa, uma riqueza revelada para os que se aventuram dela tomar parte.

    O “pôr-se-à-mesa” é mais do que aproximar-se da fonte da alimentação. É procurar a comunhão, a união, o convívio. Por isso, os que se assentam junto à mesa são “comensais” (companheiros de mesa).

    A mesa tem o poder de romper fronteiras e hierarquias, pois quem dela se aproxima é bem-vindo por ser pessoa, gente, e não por ostentar títulos, status… A mesa é sempre oblativa, acolhedora, congrega as diferenças, quebra as hierarquias sociais…

    A mesa funciona, então, como oportunidade ou lugar privilegiado, onde se elabora e se vive um encontro de profundidade. A mesa faz a família, reforça a fraternidade, intensifica a amizade.

     

    Podemos afirmar que, partindo da “espiritualidade da mesa”, em torno do gesto de comer em comum, desvelamos um “modus vivendi” de um determinado povo, sua vida, seus hábitos e seu jeito de ser.

    A nossa conduta numa refeição revela também o nosso agir social. Nesse encontro, nós comensais, vamos tecendo relações sociais de diálogo, de projetos, de compromissos…

    Em última instância, o que nos reúne junto à mesa não é o simples fato de poder comer; existe, antes, algo que nos mantém unidos: um ideal, uma amizade, um laço de família, uma função comum, um acontecimento… Supõe-se que reine entre nós um conhecimento mútuo, ou ao menos um desejo profundo de estreitar laços de amizade.

    Nós nos aproximamos da mesa como quem está diante de um território sagrado, porque sagrados são os alimentos e quem deles se alimenta.

    À “mesa da refeição” encontramos pessoas abertas, lúcidas de seu momento, que não se deixam abater pelos fracassos e nem mesmo pelo sofrimento. São pessoas capazes de partilhar, de falar de si, de suas alegrias, conquistas, sonhos, mas também de suas dores, desânimos e cansaços.  Essas pessoas buscam, junto à mesa, alimento para a vida; elas tem fome de algo para além do pão da mesa.

     

    O nosso hábito de fazer refeição também revela traços de nossa personalidade e de nossos comportamen-tos cotidianos. O nosso modo de estar à mesa revela nossas habituais atitudes no relacionamento com os outros. A mesa é também lugar de denúncia de nossos fechamentos, de nossas pressas, de nossas resis-tências ao diálogo, de nossos medos, de nossa dificuldade em acolher o diferente…

    Outras “mesas” desalojaram a mesa da refeição e ocuparam o lugar sagrado da partilha, da comunhão. Por isso, em muitos lugares e lares, a mesa esvaziou-se de sentido e passou a atender apenas a interesses mesquinhos, fazendo as pessoas conviverem tranquilamente com a perversa dinâmica da exclusão.

    A mesa pode ser corrompida e tornar-se o lugar de rupturas e de frieza. A mesa que funciona como estrutura hierárquica, como posição social, se torna pobre, dissimulada, falsa e até artificial.

    Há mesas para tudo; mesas solitárias, mesas da corrupção, do poder, da exploração…, tudo o que envolve interesses, seduções, vaidades…

    A frieza tomou conta das relações em torno à mesa; a ausência da ritualidade aumentou a distância entre seus participantes. Há uma verdadeira profanação da mesa ao ser transformada em lugar de conchavos sujos, negociatas interesseiras, tramas maldosas.

     

    No Evangelho de hoje, somos convidados a adentrar-mos no território sagrado, consagrado, chamado “mesa da refeição”. Tão rica é essa mesa que sua espiritua-lidade, vista como manancial da vida, não exclui ne-nhum momento: situações tristes, felizes, momentos de sofrimento, de luta, de vitória…

    Nesse espaço, onde o Eterno quer habitar, é que encontramos o bálsamo e o alívio para o nosso corpo e nossa existência psíquica e espiritual. Nessa fonte sagrada, o sofrimento pode ser compartilhado, a tristeza transformada em alegria, as trevas em luz, o desejo em realidade, a esperança pode ser reacendida.

    É nessa mesa fecunda de alimentos que o Sagrado irrompe em meio aos nossos esquemas prévios, nos fazendo diferentes, separados da torrente massificante do dia-a-dia.

    Ela nos sacia para voltarmos ao cotidiano, convictos de que não vivemos fechados nele, mas somos seres de passagem, em constante êxodo: “passar” da mesa de refeição como lugar onde matamos nossas fomes à mesa de refeição como espaço do sagrado.  A mesa, com seus cantos e encantos, tem uma mística; ela carrega, nas suas entranhas, a força de uma peregrinação, o impulso para fazer caminho.

    A mesa é ponto de chegada e ponto de partida; é “lugar” de celebração e de envio, de festa e de missão.

    Ao redor da mesa nos movemos, somos, existimos e nos descobrimos para além de nós mesmos.

    É ela que nos humaniza, nos expande em direção aos outros, nos faz solidários e sensíveis, sobretudo àqueles que não tem acesso à mesa da vida (os pobres, os excluídos…)

     

    Se o ativismo diário fragmenta nossa existência, a mesa pode tornar-se o lugar do religamento das dimen-sões humanas, dessacralizadas pelas variadas formas de violência, internas e externas.

    Essa mesa bendita nos coloca em comunhão não só com o mundo exterior, mas também com o nosso mundo interior. Ela, como lugar do Sagrado, nos protege do estreitamento da vida cotidiana, que tende a nos consumir, a fragmentar nossa identidade pessoal.

    Assim sendo, é da espiritualidade da mesa, da refeição e da festa que nós cristãos, devemos alimentar a nossa espiritualidade cotidiana. Mas, para isso, precisamos resgatar a mesa como espaço do sagrado, do encontro com o outro e consigo mesmo.

     

    Textos bíblicos:   Lc. 14,1.7-14

     

    Na oração:  É urgente sermos criativos o suficiente para superarmos os desafios, na esperança de que venha o

                       despertar da “nova mesa”, com gosto de pão, de vida fraterna, de compromisso…

    Mesa criativa, solo de onde brota o alimento material, emocional, psíquico e espiritual em suas múltiplas formas, cores, aromas e sabores do Reino do Pão e da Festa da Vida.

    - Quê lugar tem a mesa da refeição no cotidiano de sua vida familiar?

    Pe. Adroaldo Palaoro, SJ (Companhia de Jesus)

     
  • Antoninho Tatto 10:27 on 10 de June de 2013 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    FAMILIARES, VAMOS NOS APROXIMAR MAIS. 

    Conta a história que um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:

    • Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
    • Gritamos porque perdemos a calma – disse um deles.
    • Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? – questionou novamente o pensador.
    • Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça – retrucou outro discípulo.

    E o mestre volta a perguntar: – Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

    Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.

    Então ele esclareceu:
    “Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.”

    Por fim, o pensador conclui, dizendo:

    • Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.

    Quando você for discutir com alguém, lembre-se que o coração não deve tomar parte nisso.

    Se a pessoa com quem discutimos não concorda com nossas idéias, não é motivo para gostar menos dela ou nos distanciar, ainda que por instantes.

    Quando pretendemos encontrar soluções para as desavenças, falemos num tom de voz que nos permita uma aproximação cada vez maior, como a dizer para a outra pessoa: “Eu não concordo com suas idéias ou opiniões, mas isso não me faz gostar menos de você!”

    Reflitam sobre isso!

     
  • webmaster 9:14 on 27 de May de 2013 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    Comunicamos o Trágico Falecimento de Airton Jorge Tatto (Filho do NINO) 

     
  • webmaster 11:16 on 25 de March de 2013 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    LUTO – Falecimento de Tranquila Tatto 

     
  • webmaster 10:59 on 25 de March de 2013 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    Seu lar visitado por anjos 

     

    A família precisa ser um santuário de oração

     

    Se sua casa se tornar um santuário de oração, acredite: seu lar será visitado por anjos. Mais ainda, o Anjo da guarda estará muito presente e, portanto, você não estará mais sozinho. Muitas vezes nós estragamos tudo porque fazemos as coisas por nós mesmos: são os nossos planos. Precisa ser, radicalmente, o contrário: ore, peça, interceda e tenha certeza: o próprio Senhor vai fazer com que o Anjo da guarda de cada pessoa da sua família entre em ação para trazer a paz, a concórdia, a libertação e saúde que precisam.

     

    Quanto a educação de nossas crianças, confie seus filhos ao Anjo da guarda de cada um deles; peça ao seu Anjo que lhe dê sabedoria para educá-los. Ele irá colocar na sua mente e no seu coração a sabedoria que você necessita ter; também vai corrigi-lo em coisas que você não deve fazer. Se você ouve e obedece, vai obter a sabedoria que precisa para educá-los.

     

    Se as coisas vão de mau a pior, é porque a nossa vida e nossa casa não têm sido um lugar de oração; pelo contrário: têm sido casa de insultos, pornografias, adultérios… infelizmente, um local onde não se reza. Chegamos ao ponto de vermos pais com vergonha de abençoar seus filhos e, lógico, filhos que não sabem pedir a bênção. As pessoas têm vergonha de fazer o sinal da cruz antes de comer. Adoram a televisão: passam horas diante dela, assistindo e adorando as novelas sujas que entram pelos olhos, ouvidos e coração para nos fazer cada vez mais pessoas decaídas, com sentimentos ruins. E não se consegue tempo para rezar um terço, para unir a família em oração, para ler a Bíblia. Tem-se vergonha de Deus! Por isso as coisas vão de mau a pior.

     

    Muitas vezes tudo vai depender somente de você. Se os outros não querem rezar, disponha-se; reze você! E saiba: além dos Anjos de Deus, infelizmente, a Palavra nos diz que existe uma multidão de espíritos malignos, de anjos decaídos _ por serem desobedientes e rebeldes _ que estão também ao nosso derredor. Vejamos na carta de São Paulo aos Efésios: ”Para terminar, armai-vos de força no Senhor, da sua força onipotente. Revesti-vos da armadura de Deus para estardes em condições de enfrentar as manobras do diabo. Pois não é o homem que afrontamos, mas as Autoridades, os Poderes, os Dominadores deste mundo de trevas, os espíritos do mal que estão nos céus. Lançai mão, portanto, da armadura de Deus, a fim de que no dia mau possais resistir e permanecer de pé, tendo recorrido a tudo” (Ef 6,10-13).

     

    Compreenda: você não luta contra seu marido que entrou para a bebedeira; nem contra sua mulher que caiu na infidelidade ou contra seu filho que entrou para as drogas. Você não está apenas lutando contra forças humanas; contra as estruturas injustas da sociedade, o desemprego e injustiças sociais. Além de tudo isso estamos lutando contra forças espirituais do mal. São espíritos malignos que querem acabar conosco, levando-nos ao Mal.

     

    Um grande segredo é compreendermos também que, na verdade, não somos nós que lutamos contra os espíritos malignos, e nem temos forças para enfrentá-los. Seríamos tolos se quiséssemos enfrentá-los com as nossas próprias forças. Quem luta são os anjos do Senhor. Quem os sustenta na batalha, somos nós com nossas orações. Anjos bons lutam por nossa causa, para nos defender. É disso que São Paulo nos fala: ”Há uma luta espiritual nos ares, nesse mundo de trevas”. E como daremos a vitória aos anjos que lutam por nós? A resposta, está no mesmo capítulo do livro de Efésios, de acordo com a tradução da Bíblia Ave Maria:

     

    ”Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos” (Ef 6,18).

     

    Aí esta a solução: ”Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância”. Isso quer dizer que: se você está alegre, ore; se está triste, ore; com dívidas, chateado por causa de seu filho, com o coração quebrado por causa do seu marido, sofrendo por causa do desemprego; machucado por causa de alguém que o ofendeu… ore. Em todas as circunstâncias, ore. ”E perseverai em intesa vigília de súplica por todos os cristãos”.

     
  • webmaster 10:37 on 24 de December de 2012 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    Orgulhos de toda família Tatto 

    foto (5)

     
  • webmaster 10:34 on 24 de December de 2012 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    Um é bom, dois então! 

     
  • webmaster 10:24 on 24 de December de 2012 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    Arselino sete vezes vereador, Jair começando. É muito bom! 

     
  • webmaster 21:31 on 9 de November de 2012 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    BRUNATATTO 

     
  • Antoninho Tatto 11:35 on 24 de July de 2012 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    Clique aqui para ouvir a mensagem do Trigo Verde
    UM GRÃO DE TRIGO
    Normalmente, um pequenino grão, seja de qual cereal for, não representa nada para nossas necessidades de sobrevivência. Será? Pois o grande escritor francês Júlio Verne nos provou o contrário. Em um de seus fabulosos livros, A Ilha Misteriosa, falou-nos da importância de um único grão de trigo.
    Contou-nos a história de cinco aventureiros que, em fuga com um balão, acidentaram-se em alto mar e caíram numa ilha deserta do oceano Pacífico. Possuíam apenas a roupa do corpo. Mas também inteligência e vontade de sobreviver. Com garra e coragem, reconstruíram aos poucos os padrões de uma vida ao menos civilizada, usando de seus conhecimentos e da riqueza natural daquela ilha, para amenizarem o desafio que aquele acidente lhes apresentava. Até certa tecnologia foi usada, o que lhes permitiu uma vida razoavelmente confortável naquela ilha aparentemente inóspita. Conseguiram muito: resgatar a arte da cerâmica, a fundição de utensílios de ferro, a construção de barragens, a criação de animais para o próprio sustento, a fiação de tecidos, a fermentação de cervejas, além da construção de bombas, pois conseguiram também produzir nitroglicerina a partir dos elementos químicos ali abundantes. Só não conseguiram o pão de cada dia; faltava-lhes seu elemento básico, o trigo.
    Um dia um dos sobreviventes descobriu, na dobra da própria roupa, um grão de trigo! Em bom estado, a pequenina semente foi tratada como jóia preciosa e semeada docilmente naquela terra fértil. “Limparam o lugar, revolveram a terra para tirar qualquer inseto ou verme, fofaram-na bem e adicionaram-lhe um pouco de cal. Enterraram o grão no solo úmido e cercaram-no, para protegê-lo” – narra o grande escritor. “Parecia que os colonos estavam erigindo alguma pedra fundamental”, acrescentou. Depois de algumas colheitas e replantios, eram vários os hectares de trigo por eles semeados. A primeira fornada de pão foi um banquete dos deuses!
    A narrativa me transportou para as parábolas das Sementes do Reino, que Jesus apresenta daquele seu jeito simples e peculiar: “Um semeador saiu a semear…” Depois nos fala do terreno, do joio, do grão de mostarda – a menor das sementes que se transforma no maior dos arbustos – e do trigo… Assim sintetiza sua mensagem: “O Reino de Deus é como um homem que lança a semente à terra. Dorme, levanta-se, de noite e de dia, e a semente brota e crescem, sem ele o perceber. Pois a terra, por si mesma produz, primeiro a planta, depois a espiga e, por último o grão abundante na espiga. Quando o fruto amadurece, ele mete-lhe a foice, porque é chegada a colheita” (Mc 4, 26-29). Enfim, se o homem não plantar, nunca poderá colher.
    Eis tudo: o Reino só não acontece quando ignoramos a importância de sua semente – única para cada um de nós – que temos escondida nas dobras de nossos dilemas ou nas túnicas que encobrem nossa nudez diante de Deus. É preciso semeá-la com mais cuidado e, com igual zelo, fazê-la germinar entre nós. Caso contrário, nosso existir – esse mundo que pensamos conquistar com nossa tecnologia e inteligência – nunca será perfeito. Falta-nos algo essencial à mesa de qualquer vivente, o alimento que lhe dá vida, o pão de cada dia, o básico, para que qualquer aventureiro possa fugir das desventuras em sua vida e transformar a terra onde Deus o colocou. Falta à humanidade o pão macio e saboroso da solidariedade, da fraternidade, que só será real quando multiplicarmos a semente da fé que nos foi confiada individualmente.
    A pedra fundamental da vida plena está em nossas mãos. Construir um mundo melhor é também uma atitude individual. Somada ao coletivo, a colheita virá farta. “Se o grão de trigo não morrer”, se não deitarmos por terra a semente que Deus colocou em cada coração capaz de amar, nunca conheceremos o sabor do “Pão-Vivo descido dos Céus, as alegrias do Reino de Deus nesta ilha misteriosa que é a vida…
    WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br

     
  • webmaster 16:57 on 27 de April de 2012 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    O VALOR DOS PAIS 

    Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.

    Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última entrevista e tomou a última decisão.

    O diretor descobriu através do currículo que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.

    O diretor perguntou, “Tiveste alguma bolsa na escola?” o jovem respondeu, “nenhuma”.

    O diretor perguntou, “Foi o teu pai que pagou as tuas mensalidades ?” o jovem respondeu, “O meu pai faleceu quando tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades.”

    O diretor perguntou, “Onde trabalha a tua mãe?” e o jovem respondeu, “A minha mãe lava roupa.”

    O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.

    O diretor perguntou, “Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas?”, o jovem respondeu, “Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu.”

    O diretor disse, “Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltares, vais e limpas as mãos da tua mãe, e depois vens ver-me amanhã de manhã.”

    O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu feliz à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.

    O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões nas suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpava com água.

    Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e o seu futuro.
    Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.

    Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.

    Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.
    O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou, “Diz-me, o que fizeste e aprendeste ontem em tua casa?”

    O jovem respondeu, “Eu limpei as mãos da minha mãe, e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram.”

    O diretor pediu, “Por favor diz-me o que sentiste.”

    O jovem disse “Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar.”

    O diretor disse, “Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Estás contratado.”

    Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipa. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

    Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis, vai desenvolver- se mentalmente e vai sempre colocar-se em primeiro. Vai ignorar os esforços dos seus pais, e quando começar a trabalhar, vai assumir que toda a gente o deve ouvir e quando se tornar gerente, nunca vai saber o sofrimento dos seus empregados e vai sempre culpar os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um bocado, mas eventualmente não vão sentir a sensação de objetivo atingido. Vão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. Se somos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?

    Pode deixar o seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande plasma. Mas quando cortar a grama, por favor deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs.Deixe-o guardar seus brinquedos e arrumar sua própria cama. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer amar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, um dia ele vai envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

    Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim?

     
  • webmaster 10:08 on 1 de March de 2012 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    Lendo este texto fiquei pensando na nossa família, nos nosso antepassados e nos últimos acontecimentos felizes que vivemos. Temos que tomar cuidado, pois podemos achar que somos grande coisa, sós não somos nada, dependemos de muita gente que sempre nos ajudaram e ajudam aos quais devemos muita gratidão.
    Leia e medite.

    Aprendendo a lidar com a arrogância…
    “É essencial aprendermos a detectar a presença da arrogância em nós e lidar com ela. Conheci certa vez um funcionário do Tesouro americano especialista em reconhecer dinheiro falso. Quando perguntei como ele fazia isso, respondeu: “Eu não analiso notas falsas, só analiso as verdadeiras”. Explicou que, conhecendo cada centímetro quadrado das notas de 20, 50 e 100 dólares legítimas, quase sempre podia reconhecer instantaneamente uma nota falsificada. O mesmo vale para a arrogância. A melhor maneira de reconhecê-la e compreender a natureza da verdadeira humildade. Ao nos familiarmos com suas características, podemos identificar sem demora sua ausência. E, quando não há humildade, geralmente a arrogância assume o controle. O que é a verdadeira humildade? Não é uma atitude de autodepreciação ou subserviência. A pessoa verdadeiramente humilde acredita sinceramente que tudo o que possui de valor veio e vem da contribuição dos outros. Quando uma pessoa crê nisso, ela se sente grata por tudo o que aprende e está sempre aberta para novas descobertas. Ela valoriza as sugestões e a ajuda do próximo. Uma das características mais admiráveis dos genuinamente humildes é a disposição de priorizar as necessidades dos outros. Um dia o ex-pastor da minha igreja, o Dr. Jim Borror, foi procurado por uma mulher que lhe pediu ajuda. Seu marido era um empresário multimilionário, mas, embora parecesse ter tudo o que desejava, era infeliz, amargo e irrascível. Não tinha amigos, era detestado pelos funcionários e pelos próprios filhos. Sua mulher apenas o tolerava. Quando o Dr. Borror recebeu o empresário, este logo começou a falar das suas conquistas, manifestando uma enorme arrogância. Afirmava ter erguido sua companha do nada, sozinho. Nem seus pais tinham lhe dado um centavo. Trabalhara para pagar a faculdade. Jim falou: – Então você fez tudo sozinho.- Fiz – respondeu o homem. Jim insistiu: – Ninguém nunca lhe deu nada.- Nada! Então Jim perguntou: – Quem trocou suas fraldas? Quem o alimentou quando bebê? Quem trabalhou para sustentá-lo? Quem o ensinou a ler e a escrever? Quem lhe deu os empregos que o mantiveram na faculdade? Quem lhe deu o primeiro emprego depois de formado? Quem serve a comida na lanchonete da sua empresa? Quem limpa os banheiros lá? O homem baixou a cabeça, envergonhado. Instantes depois, disse: – Pensando melhor, não conquistei nada sozinho. Sem o esforço das outras pessoas, provavelmente nada teria. Jim assentiu e perguntou: – Você não acha que elas merecem um agradecimento? O coração do homem se transformou aparentemente da noite para o dia. Nos meses que se seguiram, ele escreveu cartas agradecendo a cada pessoa que contribuíra para sua vida. Fez o mesmo com cada um dos seus 3 mil funcionários. Passou a sentir uma profunda gratidão e começou a tratar todos à sua volta com respeito e afeto. Felicidade e paz substituiram a raiva a a discórdia em seu coração. Ele parecia ter rejuvenescido. Seus funcionários passaram a adorá-lo por receberem o tratamento digno e repeitoso que parte da verdadeira humildade. Sabedoria: Em provérbios 11:2, Salomão afirma: “A humildade caminha junto com a sabedoria”. Em outras palavras, quanto mais humilde você for, mais sábio se tornará. Ao contrário dos arrogantes que acreditam saber tudo, os humildes valorizam o que os outros podem lhes ensinar. Absorvem sabedoria de cada experiência e de cada pessoa que passa por suas vidas….” Texto extraído do Livro “Salomão, o Homem mais Rico que Já Existiu” de Steven K. Scott.

     
  • webmaster 11:40 on 22 de February de 2012 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    JOÃO TATTO: UMA CAMINHADA HISTÓRICA 

    Autora: Profª Fátima Inês Tatto De Pellegrin
    Narradores: neta, neto, vovó
    Neta: Stefanie neto: Lucas:
    Vovó: Profª Fátima
    Boa tarde vovó. Tudo bom?
    Vovó: Boa tarde meus netos.
    Neta:
    Vovó! Li na internet e ouvi na rádio Luz e Alegria sobre o encontro da família Tatto na Ponte do Pardo. Tem muitos depoimentos e falam muito sobre João Tatto. Vovó a senhora já ouviu falar deste homem?
    Neto: É mesmo vovó! Aqui no Pardo o assunto que está sendo falado nas famílias e nos grupos de amigos é só sobre a vida de João Tatto.

    Vovó:
    Sim meus netos! Eu e seu avô conhecemos boa parte da história de vida de João Tatto e de sua família. Vou contar o que ainda me lembro, pois faz muitos anos. Ele era natural de Feltre, província de Belluno, Itália, emigrou com seus Pais para o Brasil, com destino a Caxias do Sul, hoje Município de Nova Pádua, isso no ano 1886.

    Neta: Então vovó. Quem é Ele? Que é tanto lembrado? Estão dizendo que ele era um grande homem! Homem público!

    Vovó:
    Sim o que estão falando é verdade. É uma história muito linda. João Tatto era um grande líder, um político por excelência, homem de bem, decidido, corajoso, e de personalidade forte. Casou-se com Jacomina, uma mulher bonita, alegre, companheira, guerreira, e defensora da família, talentosa e empreendedora. Tiveram muitos filhos, e todos primavam Honestidade e Respeito.

    Neto: Como foi que chegaram até aqui no Pardo?
    Vovó:
    Ele era um homem sonhador, bem informado, atualizado e conhecedor de negócios. Ele ficou sabendo que no Barril havia muita mata fechada, com terras produtivas, férteis, e água abundante. Aventurou-se e partiu em busca de sonhos.
    Na viagem de mudança para o Barril uma cigana disse-lhe que faria sua fortuna na água. Impressionado com a resposta, no Pardo foi morar, ali construiu em 1928 um moinho de pedras redonda e um descascador de arroz movido com a força da água. O que a cigana falou, era verdade. No decorrer dos anos, realmente, notável fortuna e prestou assinalados serviços à colônia.

    Neta: Nossa, que história interessante? Vovó o moinho e o descascador de arroz atraia clientela?

    Vovó:
    Sim, muito. Os viajantes vinham de muito longe, por picadas difíceis, a cavalo ou de carroças puxadas com terno de mulas. Buscavam o moinho do Tatto, era o único da região. Um olhar do Pai os filhos temiam as ordens e trabalhavam dia e noite sem descanso.

    Neto: Nossa isso é verdade? Usando a força da água. Conte mais.

    Vovó:
    É Meu neto! João Tatto era sábio, deitava e acordava com um plano. Em 1935 montou uma carpintaria. Mais tarde uma Serra – fita, um Manjolo (socador de erva mate) e uma ferraria, onde José Tatto colocava ferradura nos cascos dos cavalos. Mais tarde fez acionar um dínamo tocado a água. Que invenção? Fornecia a luz elétrica para todas as famílias do povoado, também na capela e na rua principal. Dirigiu durante muitos anos, modesta casa comercial… Um atacado que se encontrava de tudo: mercadorias, sapatos, material escolar, ferramentas, tecidos, remédios, alimentos secos e molhados.

    Neta: Vovó! Além da família de João Tatto, quem também ajudava na casa comercial?

    Vovó:
    É minha neta! O nono confiava muito na liderança da nora Inês, esposa do Jacomo e mãe do Antoninho. Ela cuidava dos nonos e da casa comercial, do telefone, além de criar uma grande família. Ela além mãe, era ótima dona de casa. Prestava trabalhos comunitários, reunia as moçinhas de noite para ensaiar cantos para a missa, cultos e a catequese. Que liderança na comunidade? até cuidava das roupas da igreja e do padre. Ela era um exemplo de mulher, mãe, conselheira e amiga.

    Neta: Nossa? Quantas inovações tecnológicas?
    Vovó!
    É minha neta! Trazendo presente as descobertas dá até para comparar ele ao Bill” Gates hoje. Ele era um descobridor e bravo herói. Em sua casa tinha fartura de alimentos: (pão, queijo, presunto, salame, banha, grandes parerais, produzia: vinho, vinagre, graspa, cachaça, em grande quantidade.) As pipas de vinho eram fabricadas por eles na carpintaria. Fornecia farinha de milho de trigo, arroz, feijão, para toda a região do Médio Alto Uruguai, Mondaí e outras cidades da região.

    Neto: Falaram que ele era comissário? Isso é verdade? Que ele também construiu a ponte do lajeado Pardo?
    Vovó:
    É João era um homem, dotado de caráter forte, destemido revelou-se como hábil explorador e abridor de estradas. Um ilustre comissário. João Tatto foi o idealizador da primeira ponte de madeira sobre o Lajeado Pardo, e os construtores foram Roberto Tatto e João Matana e demais membros da comunidade. Uma obra de inesgotável importância. Cooperou para a extensão da rede telefônica até o Pardo e comunidades vizinhas. Abriu estradas com trabalho manual.

    Neto: Que sabedoria que ele tinha. Fale mais sobre João Tatto.
    Vovó:
    João Tatto exerceu o cargo de comissário desde 1926, tendo sido o inspetor mais velho de todo o distrito. Era muito prestimoso, homem sério nos negócios e nos compromissos, muito acatado nos meios administrativos e políticos e estimado pelo Padre Vitor Batistella. Quando o nono Tatto não tinha mais condições. O Filho Roberto Tatto, assumiu o papel de comissário harmonizando as famílias.

    Neta: Vovó eu também li que João Tatto foi o primeiro morador? É mesmo.

    Vovó:
    Não. Além dele havia outros moradores como Maria Cecatto, Mário Carvalho, João da Luz, Alexandre Magri, com o auxilio destes e outros moradores que Ponte do Pardo se desenvolveu? Mas Ele foi o mais destacado.

    Neto: Vovó no tempo de João Tatto tinha igreja e escola?

    Vovó:
    Sim: João Tatto era um homem de muita Fé, preocupado com a evangelização e com a educação das crianças. No ano de 1938 doou o terreno para construírem uma capela que funcionava também como escola. Ele também doou o terreno para a construção da sede. Os bancos da capela velha e alguns da capela Nova permanecem até hoje. Formam construídos pelos carpinteiros Roberto Tatto e João Matana.

    Neta: Então ele era um homem de bem?

    Vovó:
    É verdade! Possuía grandes talentos. Doava grande parte de seu tempo a comunidade, a igreja. A comunidade apoiou muito João Tatto que foi homenageado como Patrono da escola. A Escola se chamava João Tatto. A escola recebeu o nome de João Tatto, graça a reivindicação e o trabalho incansável da professora neta Assunta Tatto, na gestão do prefeito Nerone Campo. As cortinas do altar da igreja, que ainda estão até hoje, foi conquista da profª neta Assunta Tatto. Ela foi professora por muitos anos, dedicou-se inteiramente na educação das crianças da comunidade. As netas: Assunta, Natalina, Inês e outras moças da comunidade brilhavam com seus lindos cantos nas missas, nos cultos e na catequese.

    Neto: Nossa! Que sabedoria tinha este homem?

    Vovó:
    É meus netos, ele era sábio, criou uma grande família, doava seu tempo para ajudar o padre Monsenhor Vitor Batistella. O padre se hospedava na casa de João Tatto, para ir rezar missa nas comunidades vizinhas. Andava a cavalo, o cavalo era o meio de transporte da época. Angelo filho de João Tatto foi sacristão do Pe. Vitor nas missas por 25 anos.

    Neta: Então João Tatto apoiava as vocações?
    Vovô:
    Muito apoio, toda família era perseverante, sempre reservava um tempo para ajudar a igreja. É nas festas do seminário doava um gado gordo para ajudar as vocações, apoiava o seminário, fazia festa para os seminaristas aqui no Pardo. Também ajudou na construção da Igreja Catedral de São Antônio e o hospital. A prova está em uma das fotos. Foi graciado com duas netas irmãs religiosas. A Irmã Angela Tatto se encontra presente. Vamos saudá-la.

    Neto: Ele passou por dificuldades na vida.
    Vovó:
    É a vida não era tudo mar de rosas, enfrentou muitos desafios, batalhas, dores, sofrimentos, perdas da esposa e de filhos. Com uma família numerosa, mesmo assim exercia grande liderança e primava por princípios éticos e cristão o seu Lema era HONESTIDADE E RESPEITO.

    Neta: Mas tudo o que ele construiu, uma indústria tecnológica para aquele tempo . Aquele ponto turístico e a grandeza cultural se perdeu? Por que os filhos e os netos não deram a continuidade dessas obras criadas por João Tatto? E em que ano aconteceu o término das atividades do patrimônio histórico que João Tatto construiu?
    Vovó:
    É meus netos. Tudo ficou na lembrança!! Temos algumas fotos que marcam a caminhada de João Tatto. Os filhos foram casando, cada um formaram uma cultura e costumes diferentes. O vovô foi enfraquecendo, doente, perdeu as forças. Talvez, faltou ter dado mais confiança e liderança aos filhos, para dar continuidade. Alguns filhos migraram para outros estados do Brasil? Ficou nas atividades José Tatto e seus filho Francisco Tatto (hoje falecidos) deram continuidade as atividades em pleno andamento por um bom tempo. Não podemos culpar ninguém. O momento histórico exigia modernidade, novas tecnologias, inovações, apoio político e seus descendentes partiram para outras prioridades de trabalho. O término das atividades aconteceu em 1986. Hoje tudo ficou na LEMBRANÇA. É meus netos na LEMBRANÇA!!!

    POEMA:
    Autora: Profª Fátima Inês Tatto De Pellegrin

    João, João,
    Itália sua origem
    Jovem forte, destemido
    Na Cidade de Caxias
    Descobriu o amor
    Jacomina, ganhou seu coração…
    E João não se conformou,
    Com o pouco que a terra oferecia.
    E era preciso aventurar
    Em busca de fortuna, e riqueza
    Que a cigana previa
    Não era realeza; e nem princesa,
    Era uma sábia cigana
    Com muita firmeza nas cartas lia
    Chegando ao Barril
    Encontrou um povo bom e gentil;
    No Pardo ali estabeleceu
    Era o começo de um sonho
    Um plano se cumpriu
    Família numerosa
    E um filho por ano no mundo colocou
    Com sabedoria, a família orientou
    Agricultura, comércio e indústria
    O mundo empreendedor
    No Pardo implantou.
    A terra dava o fruto,
    Veio a uva, veio o vinho.
    Do povo veio o carinho.
    O moinho movido a água
    A luz elétrica, João engenhou
    Toda a comunidade iluminou.
    Maria, Santina, Joana, Roberto, José,
    Teresa, Jacomo, Vitório,
    Natal este muito jovem Deus o levou.
    Justina, Lúcia, Francisca, Angelo e Luiz.
    Filhos com personalidade forte
    Grandes líderes se formou
    Boas famílias no Brasil se multiplicou,
    No congresso Nacional
    Tem deputados na Comissão
    Hoje são inúmeros
    Os descendentes Tatto,
    Exercendo diversas profissões
    Agricultores, Professores, Doutores, irmãs religiosas,
    Comerciantes, farmacêuticos, enfermeiras, advogados, sargentos, ferreiros, sapateiros, contadores, administradores e até marceneiros.
    Prestando serviço a Nação
    João, João
    A cigana leu a tua mão
    Abençoa a nossa terra.
    Com tua oração.

     
  • webmaster 11:44 on 17 de February de 2012 Permalink | Faça login para deixar um comentário
    Tags: encontro   

    ENCONTRO PARDO 

    Caríssimos TATTOS
    Chegou o grande momento.
    Hoje estaremos saindo de São Paulo, 82 pessoas para o grande encontro com a Família Tatto no Pardo dia 19/02.
    No sábado estaremos visitando o Salto Yucumã e almoçando por lá. Estaremos hospedados no Hotel Palace em Frederico Westphalen
    Rua do Comércio, 789, Centro – Cep 98400-000 – Frederico Westphalen – RS – Brasil
    Fone: 55 3744 – 4333 Fax: 55 3744 – 4333

    No domingo nos encontraremos todos com a graça de Deus no Pardo para a Missa às 9hs e demais programações.
    Será um grande momento!
    Boa viajem a todos, que Deus nos abençoe, e os Anjos nos acompanhem.

    Antoninho Tatto

     
  • webmaster 22:38 on 15 de February de 2012 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    Família Tatto 

    Cada vez mais percebemos a importância da família unida e bem estruturada. Os valores que nos são oferecedos diariamente pelos meios de comunicação, estão loge de serem os ideais para a consolidação da família com seus princípios preservados. Há uma tendência de impingir novas filosofiase e procedimentos justamente para dividir a família, o minimizar sua importância. O que vale é o que esta na moda, o que está na mídia o que é assunto do dia. Sem percebermos vamos nos distanciando, levados pela avalanche, ou melhor, usando um termo novo e catastrófico, somos levados pelo tsunami do progresso desenfreado querendo nos conquistar a todo custo. Só que o custo é nosso, pois quando nos percebemos perdidos, queremos olhar para trás, mas já é tarde.

    Vamos preservar o que é nosso, o que tem raiz profunda, nossos valores, nossa amizade, nosso carinho, nossa unidade.
    Tenho observado o interesse dos mais jovens pela nossa “árvore geneálogica”. Isso é bonito e nos anima. É a certeza que os jovens já perceberam a diferença de uma família comum de uma família que faz tudo para se encontrar, para ter momentos juntos, que partilha, – falando sério ou na brincadeira – sua história. Entra no nosso site e veja à direita “Arvore Genealógica”. Clique e veja como é. No lado esquerdo vai encontrar lá Procurar uma pessoa……. Coloque teu nome e verá sua família inteira na árvore. Se não encontrar, avise-nos que tomaremos as providências necessárias. Mande um e-mail relatando as dificuldades caso não consiga visualizar. Quando você estiver na árvore geneálógica, você vai receber no e-mail cadastrado, notícias de eventos, como aniversariantes do mês, daquele dia. Você receberá cumprimentos dos demais membros, aqueles que resolverem mandar uma mensagem para você. Você pode também mandar um cumprimento para o aniversariante daquele dia. Você manda quando recebe o e-mail, sempre chega com antecedência. A pessoa só vai receber o cumprimento no dia do aniversário. Isso tudo é automático.

    Vamos participar? Acesse o site e veja também à direita, na parte superior Reply. Clique aí, vai abrir uma janela onde pode mandar um comentário, uma notícia. Chega diretamente para o Cesar Roberto Tatto que vai colocar no site.

    Descubra outras novidades e vamos melhorando.

    Um grande abraço para todos, bom final de semana. Lembrando nosso encontro no Sul, no Carnaval 2012.

     
  • webmaster 14:08 on 26 de September de 2011 Permalink | Faça login para deixar um comentário  

    Um teto para meu País 

    Um Teto para meu País (UTPMP) é uma organização latino-americana sem fins lucrativos liderada por jovens. Todos os dias, milhares de voluntários universitários e jovens profissionais de todo o continente trabalham junto às famílias de assentamentos irregulares e favelas para melhorar sua qualidade de vida a partir da construção de casas de emergência e programas de habilitação social.
    http://umtetoparameupais.org.br/

    UTPMP em números

    UTPMP – América Latina

    • Presença em 19 países da América Latina
    • 78.000 moradias de emergência construídas
    • 400.000 jovens voluntários comprometidos em transformar a realidade de milhares de famílias em situação de pobreza
    • 47 escritórios
    • 400 pessoas remuneradas
    • desde 1997 – começou no Chile

    UTPMP – Brasil

    • 679 moradias de emergência construídas
    • 4000 voluntários mobilizados -
    • 110 Voluntários fixos trabalhando no escritório
    • 11 Diretores e subdiretora (remunerados)
    • Na última construção massiva (Abril/11): 50 moradias de emergência, 578 voluntários
    • Até o fim do ano ( 2011 ), meta é chegar na casa 1.000.

    O teto possui três etapas, por enquanto o Brasil só conseguiu chegar á etapa 1.

    Etapa I: Construção de casas de emergência

    Em um princípio, nossos esforços estão concentrados em satisfazer a necessidade de uma casa, por meio da construção de uma casa de emergência. O processo de construção estabelece os primeiros vínculos de confiança com os moradores e líderes da comunidade, validando uma relação que nos permite posteriormente um trabalho mais permanente com eles.

    A casa de emergência é uma casa de madeira pré-fabricada, de 18 metros quadrados com durabilidade de cerca de 5 anos (prazo em que esperamos incorporar a toda a sociedade mobilizando os recursos necessários para uma solução definitiva), e pode ser armada em 2 dias por um grupo de 8 a 10 voluntários em conjunto com a família beneficiada.

    Essa primeira etapa constitui a “porta de entrada” para que muitos voluntários, que não tem a oportunidade de aproximar-se da realidade das favelas, participem de uma experiência social de alto impacto físico e emocional.

    Etapa II: Habilitação Social

    Por meio de diferentes planos de trabalho procura-se gerar estratégias orientadas a diminuir a situação de vulnerabilidade que impede que muitas famílias possam sair da condição de extrema pobreza. Dessa forma, graças ao trabalho permanente de voluntários, desenvolvemos diferentes planos com o objetivo de fortalecer a comunidade, para que eles, a partir da sua própria realidade, possam sair adiante:

     • Plano de educação: realização de programas de nivelamento escolar, para crianças e jovens, e planos de alfabetização para adultos.

      • Capacitação em ofício: Capacita os moradores da comunidade em distintos ofícios e ferramentas que aumentam sua produtividade incrementando suas possibilidades de geração de renda.

         • Plano de saúde: busca uma mudança nas famílias da comunidade atendida no sentido de que eles tenham um estilo de vida mais saudável. Além disso, pretende potencializar a prevenção e vinculá-los com redes de apoio.

    • Plano de fomento produtivo (microcrédito): procura contribuir com o desenvolvimento de empreendimentos por meio de microcrédito e capacitações na formação de novos negócios.

    Etapa III Comunidade Sustentável

    O objetivo final do nosso projeto é que todos aqueles que vivem em situação de extrema pobreza, possam ter acesso a novas oportunidades que permitam a eles uma melhor qualidade de vida. Depois da construção das casas de emergência e do trabalho de habilitação social, apoiamos o desenvolvimento das comunidades para que possam exigir seus direitos através da consolidação de sua identidade, da autogestão, organização e participação social; além de apoiar o relacionamento com as redes formais de educação, saúde, moradia, instituições de crédito, Poder Público, etc. Dessa forma, essa terceira etapa busca fazer com que se tornem comunidades sustentáveis.

    Para conseguir chegar á próxima etapa, e levar o projeto ao Nordeste do país, precisamos captar sócios:

    Plano de Sócios

    Para se associar à UTPMP basta  preencher o formulário de associação (http://umtetoparameupais.org.br/como-apoiar/plano-de-socios/ ) com seus dados pessoais e do seu cartão de crédito. Em seguida, escolha a quantia da doação mensal fixa que deseja efetuar e junte-se a nós na luta contra a extrema pobreza no Brasil. (Coloque que conheceu o projeto por um voluntário – julia Tatto)

    Todos os dados que forem inseridos no formulário são seguros por um protocolo de segurança da Locaweb.

    Qualquer dúvida envie um e-mail para planodesocios@untechoparamipais.org

    Acredito que a Família Tatto tem condições de ajudar muito essa ONG, que eu participo como voluntária.

    Beijos

    Julia Tatto

     
  • webmaster 17:08 on 25 de September de 2011 Permalink | Faça login para deixar um comentário
    Tags:   

    Assembléia dos primos 2011 

     
  • webmaster 16:30 on 22 de September de 2011 Permalink | Faça login para deixar um comentário
    Tags: jilmartatto   

    Jilmar Tatto avalia que transporte será principal tema das eleições 2012 

     
  • webmaster 16:22 on 22 de September de 2011 Permalink | Faça login para deixar um comentário
    Tags: arselinotatto   

    Boletim – Ver. Arselino Tatto 

     
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